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Retiro Espiritual de Carnaval–Reunião com os acampantes

Queridos amigos. Neste Sábado teremos um breve reunião com nossos queridos acampantes, será na igreja ás 16h30min. Será uma breve conversa sobre o que levar e algumas regras básicas para o bom… [leia mais]

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Retiro de Carnaval 2012–Informações

Bem queridos, apesar dos pesares conseguimos finalmente fechar um sítio para o Retiro de Carnaval 2012 da Igreja Adventista do Sétimo Dia Central de Itapevi, digo isso porque no últimos 3 meses já… [leia mais]

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10 Dias de Oração–Dia 10–Testemunho Apaixonado

Imagine milhões de pessoas em todo mundo orando juntas pelo derramamento do Espírito Santo. Esse é o objetivo de uma campanha de oração lançada pela Igreja Adventista em todo mundo que, em 10 dias,… [leia mais]

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No Senhor

Meditação Matinais

No Senhor No Senhor

Testemunhos vão motivar evangelismo em março e na semana santa

O evangelismo integrado em 2012 é o tema de uma grande capacitação via satélite e pela web que acontece no próximo dia 3 de março, com transmissão em português e espanhol. Segundo o pastor Everon… [leia mais]

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Retiro de Carnaval 2012–Fotos

Fotos do Sítio A forma mais fácil de pagamento é dividindo em 2 vezes: 1ª Parcela de R$ 40,00 dia 20/01; 2ª Parcela de R$ 40,00 dia 05/02. Temos um plano especial para crianças também: Crianças… [leia mais]

Retiro de Carnaval 2012–Fotos Retiro de Carnaval 2012–Fotos

logo somos teus 2Queridos amigos.
Neste Sábado teremos um breve reunião com nossos queridos acampantes, será na igreja ás 16h30min. Será uma breve conversa sobre o que levar e algumas regras básicas para o bom funcionamento do Retiro.
Avise quantos puder!
Neste Sábado ás 16h30min reunião com os participantes do 26º Retiro Espiritual da IASD Central de Itapevi.

Tivemos uma reunião nesta última terça-feira e temos apenas 8 vagas livres para nosso Retiro.
Entretanto temos algumas pessoas que pediram para marcar o nome, mas não deram nenhum sinal (R$), estas pessoas poderão ficar sem suas vagas.
Se você é um dos que deixou para garantir sua vaga no Retiro para a última hora, apresse-se.
Depois não diga que não avisamos.

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Meditação Matinal


Filhos, obedeçam a seus pais no Senhor, pois isso é justo. Efésios 6:1

Um lar em que os filhos honram, respeitam e obedecem aos pais: o ideal de todo cristão. Mas a questão é: Por quê? Por que os filhos fazem o que é certo? Por que se comportam segundo o desejo dos pais? Por que se dirigem de maneira respeitosa aos pais?

Talvez ajam assim por medo de agir de maneira contrária. Medo do que poderão sofrer se não fizerem assim. Medo do que lhes será negado. Isso não é “obediência”, mas uma conformidade externa que torna o futuro estritamente limitado. Ao serem removidas as restrições e as motivações externas, essa “obediência” se desvanece como um castelo de areia. Essa é a razão de “bons” filhos de “bons” lares cristãos geralmente rejeitarem todas as restrições no momento em que cortam os laços familiares.

Outro tipo de “bondade” vem do respeito ao padrão cristão do lar. Os filhos amam e respeitam os pais e se tornam “bons” filhos e “bons” adultos. Não se envolvem em confusão, nunca desonram o bom nome dos pais. Mas também sabem que são “bons” e não sentem a necessidade de um Salvador.

A única obediência que conta é a obediência que Paulo identificou no texto bíblico de hoje: “no Senhor”. A única bondade é a bondade que provém por meio de Sua graça. Ao percebermos a nossa iniquidade, aceitamos o sacrifício expiatório de Cristo em nosso favor e nos rendemos ao Seu amor.

Como podemos ajudar nossos filhos a ser obedientes “no Senhor”? Eu gostaria de saber a resposta. Parte da resposta certamente se encontra no modelo que oferecemos a eles como pais. O conceito que possuem de Deus será formado muito mais pelo que fazemos – a maneira pela qual nos relacionamos com eles e com os outros – do que pelo que dizemos.

Se formos dignos de confiança, aprenderão a confiar e terão facilidade em confiar em Deus, a quem não podem ver.

Se formos generosos, terão facilidade em aceitar o incrível dom da salvação.

Se demonstrarmos nosso amor por eles, terão facilidade em compreender que para Deus são infinitamente preciosos.

Se perdoarmos nossos filhos facilmente, talvez sejam capazes de aceitar o perdão infinito de Deus.

Quem é bom o bastante para desempenhar tamanha função? Nenhum de nós; mas Deus prometeu suprir nossas imperfeições.

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Meditação Matinal


O mesmo refere-se aos maridos: sejam bons maridos para as suas esposas. Honrem-nas, deleitem-se nelas. Pois as mulheres não possuem certas vantagens. Mas, na vida nova da graça de Deus, vocês são iguais. Tratem as esposas, portanto, de igual para igual para que as suas orações não sejam interrompidas. 1 Pedro 3:7, The Message

A graça transforma o relacionamento matrimonial. Ela eleva esse relacionamento, a ligação mais delicada e íntima entre os seres humanos, a um novo nível. Tudo o que é belo e precioso no amor entre um homem e uma mulher se torna enobrecido e puro.

A maravilha de se apaixonar é que o nosso mundo de repente se amplia além da visão centrada unicamente em nós mesmos. “Perdemo-nos” no outro: pensamos constantemente na pessoa amada, notamos os detalhes do seu jeito e aparência, analisamos como podemos fazer para agradá-la mais e mais. Tornamo-nos uma pessoa diferente e melhor.

Mas a atração inicial e o fascínio se desgastam. Somos criaturas egoístas por natureza, e o relacionamento que começou com um grau elevado de abnegação se degenera cada vez mais até se transformar em expectativas egoístas, exigentes e insatisfeitas.

Nenhum casamento é perfeito, pois nem o homem nem a mulher são perfeitos. Aquilo que começou de forma tão sublime e majestosa se degrada para algo em que os dois mal podem tolerar, levando-os a ficar juntos apenas para o bem-estar dos filhos, por medo do que os outros vão dizer ou até mesmo devido a ameaças.

Mas a graça, que transforma todo o nosso viver, pode transformar o relacionamento matrimonial. A graça dá e perdoa. Como recebedores da graça, somos presenteados com o dom gratuito da salvação, um presente imerecido, e com o perdão que nos liberta do fardo dos erros do passado, do peso esmagador do presente e do medo do desconhecido.

Por termos recebido tanto sem merecer, desejamos da mesma forma conceder generosamente – a começar com o nosso cônjuge. Por termos sido perdoados por nossas transgressões, podemos perdoar mais prontamente as mágoas e os desentendimentos causados por nosso cônjuge.

Na nova vida na graça de Deus, declarou Pedro, somos todos iguais. Cada família encontra seu próprio caminho no que diz respeito às responsabilidades e deveres – controle das finanças, limpeza da casa, compras, etc. Mas no casamento cristão cada um desempenha suas tarefas, bem-vindas ou não, num espírito de ajuda mútua e com o desejo de agradar. Ninguém é chefe – apenas Jesus, que é o Senhor do lar e do relacionamento.

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Meditação Matinal


Se não for o Senhor o construtor da casa, será inútil trabalhar na construção. Se não é o Senhor que vigia a cidade, será inútil a sentinela montar guarda. Salmo 127:1

Neste mundo de relacionamentos destruídos, nenhuma outra instituição tem sofrido mais do que a família. O sagrado matrimônio muitas vezes se torna o desvairado pandemônio.

A seguir, partilho com você uma história que circula por aí.

Três homens recém-casados se reuniram e começaram a se gabar de como tinham sido bem-sucedidos em colocar as esposas na “linha”.

O primeiro se gabou de ter dito à esposa que ela era a responsável por lavar toda a louça e cuidar da limpeza da casa. Disse que levou dois dias, mas ao terceiro dia encontrou a casa limpa e a louça lavada.

O segundo homem se gabou de ter dado ordens à esposa para cuidar de toda a limpeza da casa, lavar a louça e cozinhar. Disse que não viu nenhum resultado no primeiro dia, mas no segundo já notou melhoras. No terceiro dia, encontrou a casa limpa, a louça lavada e um jantar caprichado sobre a mesa.

O terceiro homem se gabou de ter dito à mulher que seu dever consistia em limpar a casa, lavar a louça, aparar a grama, lavar a roupa e preparar todas as refeições. Disse que no primeiro dia não viu nada. No segundo dia também não, mas no terceiro o inchaço diminuiu e conseguiu enxergar um pouco com o olho esquerdo!

Ellen White tinha razão ao afirmar: “A graça de Cristo, e ela somente, pode tornar essa instituição [a família] o que Deus designou que fosse: um meio para a bênção e reerguimento da humanidade. E assim as famílias da Terra, em sua união, paz e amor, podem representar a família do Céu” (O Maior Discurso de Cristo, p. 65).

Senhor Jesus, reina em minha família hoje! Faze com que ela seja um canal de bênçãos para o mundo e uma instituição para a Tua glória!

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Meditação Matinal


Sujeitem-se uns aos outros, por temor a Cristo. Efésios 5:21

A graça não é meramente um bom tema para sermões e hinos. Deus deseja que a graça permeie cada aspecto de nosso ser, transforme cada relacionamento e nos torne semelhantes a Cristo na totalidade da vida.

A graça introduz uma abordagem nova e radical à família. Não precisamos mais ficar preocupados em mostrar quem é o chefe. Em vez de autoridade, a essência é o serviço. O objetivo é servir, não mandar; ajudar, não comandar; assegurar, não dominar. Somos seguidores dAquele que disse aos Seus discípulos: “Não será assim entre vocês. Ao contrário, quem quiser tornar-se importante entre vocês deverá ser servo, e quem quiser ser o primeiro deverá ser escravo; como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate por muitos” (Mt 20:26-28).

Nossos filhos – filhos cristãos – têm dificuldade em entender o plano da salvação porque aquilo que tentamos ensinar-lhes a partir dos 10 anos de idade está em desarmonia com a maneira pela qual os educamos. No período em que usavam fraldas, engatinhavam e davam os primeiros passos, ensinávamos por meio de recompensas e punições (desaprovação). Em seguida, de repente, tentamos ensinar-lhes que Deus lida conosco de forma totalmente contrária.

Ainda preciso encontrar um método de criar e educar crianças que leve a sério o princípio da graça. Vejo várias ideias e livros cristãos bem-intencionados baseados no princípio do controle, da autoridade, da disciplina, da liderança e assim por diante. Mas, à luz do ensinamento bíblico a respeito da graça, a abordagem nova e radical quanto à família, acho que eles perdem o objetivo de vista, infelizmente.

Os cristãos com razão levam a sério a função de pais. Entendem que, ao desempenharem a tarefa delicada de moldar valores e atitudes, representam Deus na vida dos pequenos. O problema é que não lidamos com nossos filhos da mesma maneira que Deus lida conosco. Somos rápidos em punir e lentos em perdoar. Até mesmo as canções sobre Jesus que ensinamos a eles muitas vezes transmitem, sutil ou diretamente, que Ele não nos ama quando fazemos algo de errado. O método de “recompensa e punição” que utilizamos para educá-los talvez permaneça com eles para o resto da vida, distorcendo permanentemente o conceito que têm de Deus.

Criar e educar filhos. Quem é bom o bastante para desempenhar tamanha função? De alguma forma, apesar de nós mesmos, coisas boas acontecem, pois Deus é grande e ama nossos filhos muito mais do que o fazemos.

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